Mostrando postagens com marcador mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mundo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de abril de 2011

"Devemos SER a mudança que queremos ver no mundo"

Diante de um acontecimento tão absurdo como foi o que aconteceu em uma escola no RJ há alguns dias atrás, um grupo de mães escreveu uma carta. Sem temos a intenção ou pretensão de saber, entender ou resolver a gravidade de tudo o que aconteceu. 
Foi apenas a dor que as levou a pensar em plantar uma semente de amor. Porque só o amor é capaz de transpassar qualquer tipo de barreira.


"O presente, um dia foi uma criança.
As crianças são o futuro."
"Que futuro terão nossos filhos?
Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.
A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?
Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.
Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,
temos de começar pelas crianças. Gandhi
O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?
Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?
O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.
O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?
Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!
Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.
Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.
Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!
Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.
Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é?
Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor!
Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ."

Ana Cláudia Bessa www.futurodopresente.com.br
Cristiane Iannacconi www.ciclicca.blogspot.com
Letícia Dawahri http://sorrisosdaalma.blogspot.com
Monique Futscher www.mimirabolantes.blogspot.com
Renata Matteoni www.rematteoni.wordpress.com

*Se você gostou do conteúdo e quer se juntar à nós, publique esta carta agora em seu blog e vamos todos juntos mostrar que queremos uma sociedade melhor e que estamos prontos para o desafio de criar pessoas melhores.
Não tem blog? Mande a carta por e-mail aos amigos, dissemine esta idéia.
Além disso, vamos imprimir e levar para a escola de nossos filhos para conseguir que ela seja distribuída nas agendas  aos outros pais. Vamos agir, vamos movimentar a sociedade. Vamos mostrar a importância que a presença dos pais tem na vida das crianças, futuros cidadãos.
Vieram nos chamar, nós estamos aqui, o que é que há!

**A frase do título é de Mahatma Gandhi

http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2011/04/carta-aberta-as-maes-e-pais/


 

quinta-feira, 24 de março de 2011

1 ano Fralda Madrinha!


Dia 11 de abril a Fralda Madrinha completa um aninho!!!!

A Fralda Madrinha surgiu de duas mamães empreendedoras (Célia e Regina) que acharam um meio de trabalhar (não só para elas, mas para o planeta também!) ao lado de seus filhos, dando-lhes muito amor, carinho e atenção. Como o tempo passa rápido, agora essa iniciativa já fará 1 ano de muitas famílias felizes por poderem cuidar de seus filhos causando um menor impacto ao planeta. "Quantas fraldas descartáveis deixaram de ser utilizadas para em seguida virar lixo? Quantas assaduras ou alergias deixaram de acontecer? E quantas mães (pais, avós, tias) puderam aprofundar seu vínculo com seus bebês, ficando mais atentas aos seus ritmos? E quantos bebês estão muito mais lindos e charmosos com suas fraldas estilosas? ''
Para comemorar elas estão realizando um sorteio de um kit com todos os tipos de fraldas que oferecem: 1 capa ajustável, 1 pocket ajustável, 1 capa por tamanho, além de um forrinho de soft para absovente e dois absorventes.

Quem seguir o blog Fralda Madrinha concorre em dobro.
Quem fizer post no próprio blog divulgando o sorteio (com link pra esse post), também concorre em dobro!
Quem seguir o blog Fralda Madrinha E fizer um post no seu próprio blog, concorre em triplo.

Como participar?
Para participar, coloque nos comentários desse post:
1. seu nome e sobrenome;
2. seu email;
3. sua cidade e estado;
4. nome(s) e idade(s) de seu(s) filho(s) ou, no caso das grávidas, as semanas de gravidez e o nome do bebê, se já estiver escolhido;
5. resposta à seguinte pergunta: “Por que usar fraldas de pano?”;
6. se você segue o blog Fralda Madrinha?
7. se linkou esse post no seu blog? Qual o endereço do blog?
*Os comentários que não contenham as respostas de 1 a 5 serão automaticamente invalidados.
*Estarão concorrendo as postagens feitas até as 11 horas do dia 16 de abril.

Quando será o sorteio?
O sorteio será realizado no Bazar Coisas de Mãe do dia 16 de abril, no SESC Cacupé, em Florianópolis, às 15 horas http://bazarcoisasdemae.blogspot.com/. Assim que as vencedoras ou os vencedores forem anunciados, elas entrarão em contato, para que escolham os tamanhos e estampas das fraldas.

Eu tô participando, para meu futuro-breve-bebê!
O Uriel á desfraldou, mas meu próximo bebê usará essas que ganharei no sorteio! hehehe
Caso o bebê nº2 demore, darei de presente para uma das minhas vááárias amigas gravidinhas! :DD
 
Beijos e boa sorte!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O amor

Acostumamos a "educar" nossas crianças pelo medo.
Destruímos seus sonhos e fantasias com palavras e atos, como se não fossem nada, como se não valessem nada.
Tapas, gritos e todo tipo de violência é justificada e taxada como "educação".
Não estamos contruindo nada assim!

O futuro é incerto demais para qualquer fim querer justificar esses meios.
E o tempo passa tão rápido...

E a verdade mais pura é que não sabemos o que é AMAR.
Confundimos o amor com o medo. Confundimos o amor com a dependência. Confundimos o amor com a paixão.
O fato, é que as pessoas não sabem o que é amar. Se soubessem, a vida seria um paraíso. Muitas coisas enganam nossa mente e nosso coração.
Infelizmente o amor não se pode comprar ou adquirir. O amor tem que nascer em nós e só nasce quando compreendemos a fundo o ódio que levamos dentro, o temor, a paixão, o medo, a dependência...
Temos que compreender o que são esses defeitos psicológicos, temos que compreender como eles se manifestam em nós, não só no nível intelectual da vida, mas também em outros níveis ocultos e desconhecidos do subconsciente.
Faz-se necessário extrair dos diferentes esconderijos mentais todos esses defeitos. Somente assim nasce em nós de forma espontânea e pura isso que se chama amor.
É impossível querer transformar o mundo sem a labareda do amor. Só o amor pode de verdade transformar!

Fonte: livro Educação Fundamental - Samael Aun Weor
Imagens: daqui, daqui e daqui.


"Nunca se deve dizer a uma criança que seus sonhos são bobagens...

...poucas coisas são tão humilhantes e seria um tragédia se ela acreditasse nisso." - Shakespeare

domingo, 30 de agosto de 2009

Slingo sim!


Outro dia li um post no mamíferas que falava do sling, que as pessoas vivem falando isso e aquilo sem conhecer e tal.
Essa semana lembrei muito dele com um "causo" que me aconteceu.
Pois bem, estava eu bela e formosa (talvez um pouco descabelada pelo vento de Floripa que insiste em nos sacudir pra lá e pra cá) fazendo compras no sacolão, Direto do Campo. Uriel estava dormindo confortavelmente no sling (pouch). Então percebi uma senhora me olhando com uma cara de cãochupandomanga. Dei um sorrisinho e comprimentei com a cabeça, aí ela não se aguentou e veio me falar: "isso é tão ruim pras costas dele", óbviamente se referindo ao sling. Falei, gentilmente que não, que era bem confortável, que não machucava, que ele gostava bastante. Ela retrucou já meio brava e me dando as costas: "a senhora é que não sabe". E foi saindo toda dona de si.
Eu deveria ter me aguentado, poderia, mas não consegui: "a SENHORA é que não sabe".
Aí mulher se voltou, já nítidamente mais brava "eu não sei? eu sou enfermeira de criança", eu bem indiferente "ah é?!", e ela: "é! e isso machuca sim as costas dele. bebês tem que se carregar assim (e fez esse gesto) pode ver como ele geme de dor quando tu coloca ele na cama...".
Eu: "não, não geme!" - e ele não geme mesmo! Até parece que o sling faz mal... e ainda completei (com uma certa ironia, confesso) "então quando ele tava na minha barriga também sentia dor nas costas?!" Ela: "sim, também machuca a tua barriga, as tuas costas...". hahaha... Aí repeti a pergunta pra coitadinha, e ela "aí não, ele tava na posição fetal!". O.o'
Falei gentilmente que ali dentro ele também estava na posição fetal, que o bebê tem bastante flexibilidade, que o sling é ótimo e fui continuar minhas compras, cuidando para manter distância da tal "enfermeira".

Que aquele papo não levaria a nada eu já sabia, mas que a ignorância humana é tão grande... afff, isso custo a aceitar! Por que insistem em discutir coisas que ignoram? Por quê?? Chegam se achando donos da verdade, com argumentos fajutos e ainda tentam se fazer ouvir dizendo que são isso ou aquilo... como se fizesse diferença. Não consigo entender, sério!
Também não sou dona de nenhuma verdade, a não ser a minha. Usar ou não um sling?? Em verdade vos digo, tem coisa bem pior... mas o fato é que cada dia mais acho que esse mundo tá do avesso (e tá!).

Imagens: Nas duas fotos o Uriel está dormindo no sling, bem tranquilo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Índios

ÍNDIOS- Legião Urbana

Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha

Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda

Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.

Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer.

Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.

Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então deixar um Deus tão triste.

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda!
Assim pude trazer você de volta pra mim
E quando descobri que é sempre só você
Que me entende do iní­cio ao fim.

E é só você que tem a cura do meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.

Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes...

Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos, obrigado.

Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente.

Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda!
Assim pude trazer você de volta pra mim
E quando descobri que é sempre só você
Que me entende do iní­cio ao fim.

E é só você que tem a cura do meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.

Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Igualmente diferente


É tão estranho como as pessoas insistem em achar que todo mundo é igual. Acham até, que bebês não pensam. Fazem tudo igual, todos iguais.
Mas não é por aí. Eu, pelo menos, discordo totalmente disso tudo!

Todo mundo é diferente! Até gêmeos! Até nós mesmos somos diferentes! Ou você continua sendo a mesma pessoa de 10 anos atrás? E a de 5 minutos atrás?
Como dizem por aí, somos metamorfoses ambulantes.

:)

Mas continuando o papo seguindo na idéia dos bebês, porque acham que todos são iguais, agirão iguais, acontecerá isso e aquilo em tal idade, etc?
Claro que por meio de pesquisas pode-se ter uma idéia sobre o comportamento humano em cada fase da vida. Mas sair por aí profetizando cada etapa da vida dos bebês como se fosse regra todos serem iguais, ah, daí já é exagero!
Como tenho filho pequeno sempre ouço coisas assim:

"Ele tá com febre? É dente saindo, vai dar diarréia e vômito também!"
-Seus primeiros dentinhos nasceram aos 9 meses e foram os dois centrais de cima. Reações?! Nenhuma, a não ser um certo incômodo da coceira.

"Cuidado com as coisinhas pequenas porque ele vai colocar na boca e engolir"
-Nunca, nem mesmo quando os dentes estavam saindo, foi de colocar coisas na boca. Sério, acho que ele passou ileso pela dita "fase oral". Só comida, ah, nisso o bichinho manda super bem! Come de tudo, menos besteiras. Outro dia o caixa da padaria ofereceu uma bala e ele, sem eu dizer nada, fez que não com a cabeça e não pegou. Ele também nunca foi de aceitar coisas de estranhos.

"É melhor tirar essas coisas que quebram do alcance dele"
-Não mexe nas coisas se a gente explicar que não pode. Tá, às vezes até mexe porque não se aguenta de curiosidade, mas não entra na categoria "criança furacão"

"Não ensina ele a apagar a luz porque senão ele vai colocar o dedo na tomada achando que é o interruptor"
-(quanta bobeira, mas vai lá) Ele adora acender e apagar a luz, mas nunca colocou o dedo na tomada. A gente fala que não pode, explica que machuca. Ele aponta a tomada, faz uma cara bem séria e balança a cabeça dizendo que não (coisa mais fofa de se ver!).

... e por aí vai.
Pode até ser que essas coisas sejam normais entre bebês, não sei, o que sei é o que vivencio cada dia com meu filho.

E pelo que vejo, ouço e leio ele não segue nenhum padrão!

;)


Acho lindo porque é algo muito dele. Nunca ensinei, nunca precisou.
O que faz tanta diferença? Com certeza a criação. O tempo que os pais dedicam à criança, ensinando, explicando, dando amor...

Mas o fato é que ninguém é igual. E essa é a grande verdade e graça da vida, somos todos igualmente diferentes!


Imagem: Depósito do Calvin

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

* "Deus salve estas mamíferas"


"
Somos mais que mães que discutem maternidade. Estamos além do rótulo de mães alternativas e naturebas. Esculpimos um novo feminismo, com as conquistas das feministas e o resgate da mulher tradicional.
De nós foi tirado o direiro de parir da maneira mais orgânica: de cócoras. Foi lá no iluminismo francês quando a Rainha Vitória foi deitada para que o rei assitisse a seu parto. Logo depois as mulheres começaram a precisar de anestésicos e os irmãos de sobrenome fórceps fizeram história com seu aparelhos de extrair bebês.

Deitamos com as entranhas limpas, os pêlos raspados para que um homem fizesse nosso parto de maneira mais higiênica e visível. Para facilitar a saída do bebê fomos multiladas em nosso órgão mais sensível. Perdemos a conexão com a Terra, com sua gravidade e força dos nossos pés plantados no chão. Desconectamos com Deus quando nossas cabeças se deitaram em uma postura de passividade. Historicamente perdemos o sagrado direito de parir.

E as feministas nas ruas na década de 60, pregaram a nossa liberdade sexual e direitos iguais que nos fizeram iguais aos homens em seus defeitos. Fomos para o mercado de trabalho e com a pílula perdemos a conexão com nossos ciclos naturais e toda a intuição que nos dava poderes especiais. Nossos filhos foram para escolas e começamos a padecer do mal da TPM, da menopausa precoce, da vida desconectada da grande Mãe Gaia.

Nós mulheres, as grandes responsáveis pela mudança de cultura, ensinamos nossos filhos a serem precocemente independentes. A lacuna da separação da hora do parto, às vezes, penso ser a síndrome do pânico, grande mal desta era. Não fomos abraçados pelas entranhas de nossas mães, não vencemos nossa primeira batalha e fomos separados do colo materno em nosso primeiro choro solitário e frio, calado às vezes por um bico artificial.

Nosso peito e presença foram trocados por de borracha e silicone, gerando mais lixo para nossa Mãe Terra. O perfeito alimento de nossas mamas, abandonado por um pó artificial de outro animal, enriquecido com mil vitaminas e desprovido de amor.

Os panos que prendíamos nossos filhos junto do corpo trocados por carrinhos que viram o olhar da criança para longe de suas mães, o universo mais lindo que precisam olhar. E as histórias contadas por aquela melodiosa voz conhecida trocada por um aparelho que coloca imagens prontas e histórias com vozes esganiçadas e frenéticas. Trocamos nossas presenças por presentes que geram ainda mais lixo para o planeta.

Aquela deliciosa comida substituída por papas processadas e esquentadas em um aparelho que gera ondas altamente maléficas. Nossos filhos não conhecem vacas, galinhas, macacos, que não sejam em zoológico ou documentários e poucos sabem os nomes das frutas naturais e que não nascem em caixinhas.

O que fazemos aqui é resgatar este feminismo oprimido, a consciência de nossa responsabilidade enquanto mães de estar presentes, de participar da educação e oferecer um desenvolvimento mais natural e harmônico. Resgatamos a união com Terra e Céus na hora do parto, a ecologia da dança sagrada dos hormônios sem intervir com forças externas, de permitr que nossos filhos não fiquem com a lacuna do não acalanto de seu primeiro choro e não sofram as terríveis invasões de seus corpos pequenos e indefesos.
Somos o que se pode chamar de paleolíticas modernas, mulheres que reinventam a profissão para ficar mais tempo com os pequenos, que reinventam a vida para oferecer um dia-a-dia mais natural. Mulheres que lutam por uma amamentação prolongada deixando de usar chupetas e mamadeiras.

Somos loucas questionadoras em um mundo de gente que segue a corrente mecanicista. Resgatamos nosso adjetivo mais belo: mamíferas!"

Kalu Gonçalves - blog mamíferas

*(Desde a primeira vez em que o li, amei esse texto. Ele vive ecoando dentro de mim, batendo forte junto com meu coração. Quem dera todas as mães pudéssem lê-lo (e senti-lo). Kalu, muito grata por esses teus escritos perfeitos!)

Foto: Mamãe Lívia (a que vos escreve) e Uriel (5 meses e meio), por mim mesma.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Vivendo


Simplesmente VIVA O MOMENTO!

Chave importante para alcançar a felicidade...

;)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

A mudança que queremos



Como essas crianças aprendem rápido! E o que "não é pra aprender", então?! Mais rápido ainda!!!

Domingo fizemos uma festinha julina na casa da minha vó. Tinham 4 crianças pequenas:
Uriel (1a/1m), Enzo (1a/6m), Ana Júlia (2a/5m) e Ana Beatriz (5a/2m). Uriel não estava nem aí pra brincadeira dos maiores, só queria ficar perto dos cachorros heuheuehue. Ana Beatriz, a maiorzinha dos 4, era a mediadora da brincadeira. Enzo tentava brincar. Ana Júlia tentava dominar. Lá estavam eles brincando pelo pátio quando vinha a Ana Júlia e dava um empurrarão no Enzo, que caía triste no chão. Ana Beatriz falava para ela não fazer aquilo e vinha correndo contar aos adultos.
Assim se passou a tarde.

No dia seguinte fomos, eu e Uriel, na casa da minha vó e lá estavam minhas primas mais velhas e o pequeno Enzo. Espalhei uns brinquedos que levei para o Uriel e deixei que brincassem. Qual não foi minha surpresa quando o Enzo tão carinhoso (que quando nos visitou no aniversário do Uriel ficava fazendo carinho na cabeça do neném, lhe trazendo brinquedos, cuidando mesmo do priminho menor) ficava arrancando brinquedos da mão do pequeno e empurrando ele.
O coitadinho do Uriel só chorava e se agarrava em mim.
Quando chegamos em casa minha surpresa foi ainda maior por ver meu filho jogando as coisas longe, dizendo "não" e fugindo quando eu o chamava.

Enzo, Ana Júlia, Uriel... a culpa não é de nenhum deles! Eles são, como todas as crianças, vítimas dos exemplos que recebem. "Maltratados" por um maior, e quando estão com um menor querem fazer o mesmo.

É triste aprenderem tão rápido esse tipo de coisa. Isso porque nenhum deles vai à escolinha! Sei que a culpa não é da minha irmã (mãe da Ana Júlia), da minha tia e prima (mãe e irmã, respectivamente, do Enzo) ou minha. Na verdade se há um culpado é o sistema que nos ensina equivocadamente a dar mais valor aos falsos valores (orgulho, amor-próprio, etc) e deixar de lado nossos valores do coração (humildade, paciência, etc); nos ensina a ganhar as custas do mais fraco; nos ensina e reforça a não-cooperação... sempre temos que ser o melhor, o mais forte, o primeiro!
Isso é tão triste!

Se existisse cooperação, se todos trabalhassem unidos, se cada um fizesse ao menos sua parte... ah, o mundo seria tão melhor!


Façamos nossa parte?!

"Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo" - Gandhi

F
oto: Crianças comendo pipoca na festinha julina (começando da esq.: Uriel, Ana Beatriz, Enzo e Ana Júlia). Nessa hora eles cooperaram dividindo pipoca! :)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Reflexão



R
ecebi essa reflexão por e-mail de uma amiga de um grupo que participo, o HANAMI.
Compartilho com vocês:

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Beijinhos

terça-feira, 7 de abril de 2009

E o futuro?!


Já pensou no futuro hoje???
U
ma coisa que ando pensando muito (principalmente depois que o Uriel nasceu) é que mundo queremos deixar para nossos filhos?? Ou melhor, que mundo queremos deixar para as próximas gerações?? (não sejamos egoístas!).
Ando lendo e pesquisando bastante sobre "naturebisses"... aqui do ladinho (no blog mesmo) tem alguns links sobre várias ajudinhas que podemos dar ao mundo... ao mundo?? Acho que seria a nós mesmos (voltando a ser egoísta!). O que vamos fazer sem nosso planeta? O que vamos fazer sem água, sem árvores, sem outros animais, etc...? Será que se todas as plantas deixarem de existir a gente continua vivendo tranquilamente? Será que se todos os outros animais deixarem de existir o planeta continua numa boa?? Gente, alguém já ouviu falar em cadeia alimentar?? Em EQUILÍBRIO???
A natureza é PERFEITA, tudo o que ela criou tem uma razão de ser. Pode ver, ela cria lixo? Tudo se renova! Sigamos esse exemplo! Deixemos de destruir e vamos começar a construir. Construir um novo final (se for para ser o final).

Vamos deixar algo bom de herança para as próximas gerações... vamos fazer cada um a sua parte, porque essa é a parte mais importante: cada um fazer um pouco!
E não precisa virar presidente ou sair pulando em baleias amarradas (mas se quiser pode ;D). Basta separar seu lixo, utilizar ecobags, não jogar lixo na rua, plantar um jardim, e por aí vai. É simples, e se alguém te chamar de ecochato (já ouvi isso alguma vezes) agradeça! ;)

...

"Semeie o bem, cultive a paz e colha o amor!"
(Guaypeka)

...

Vamos semear o bem???
Aquele abraço.

...

V
ídeos:

-MUNDO - WWF-Brasil
-Respire!